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Realizadores ressaltam a importância do projeto

Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

“Considero a criação da Programadora Brasil, essa iniciativa da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, através da Cinemateca e do CTAV, o que de mais importante aconteceu, em qualquer tempo, para a promoção e a democratização do acesso do público, notadamente em circuitos não comerciais, às produções brasileiras de cinema”.

- Amilcar M. Claro - diretor-produtor dos curtas-metragens IMENSIDADE e ROBERTO (SP)

 

"Imagino que esse seja o único projeto de cinema brasileiro que chegue a todo país, inclusive a lugares em que não há interesse comercial de se levar filmes. Vejo que esse é um interesse oficial de divulgar a imagem do Brasil e esse interesse me parece positivo. Eu recebo e-mails dos locais mais distantes do Brasil me pedindo cópias dos meus filmes. Não há maior acerto do que o desse projeto, de levar filmes brasileiros em tecnologia digital para todos os cantos do país."

- Andrea Tonacci, diretor do longa-metragem de ficção "Bang bang" e de "Blablabla" (SP)

 

 “A Programadora Brasil é importantíssima não só para o público, mas também para o realizador, que pode mostrar sua produção. Filmes antigos que poderiam estar perdidos para sempre voltam a circular. Meu filme foi muito exibido na época em que foi feito, mas hoje em dia não. O projeto é importante para que o público e estudantes de cinema tomem conhecimento de um acervo maravilhoso como esse.”

- Joaquim Assis, diretor do curta documentário “O xente, pois não”, produzido em Pernambuco e Rio de Janeiro

 

"A Programadora é uma iniciativa de democratização do audiovisual. Meu curta foi feito com recursos do Ministério da Cultura e, como realizador, você fica com vontade que a população tenha acesso ao seu filme. A Programadora é uma maneira de você levar tudo que está sendo feito com dinheiro público, principalmente, aos que não têm condições de pagar para ir ao cinema. Acaba sendo uma espécie de prestação de contas do governo."

- Halder Gomes, diretor do curta-metragem de ficção "Cine Holiúdy - O astista contra o caba do mal", do Ceará

 

 "Penso que ações como a da Programadora Brasil, passam, além da difusão - fundamental para o cinema nacional -  pela formação de platéia, pelo acesso do cidadão à produção cultural, pela inserção."

 - Clara Angélica, diretora do curta documentário "Simião Martiniano, o Camelô do Cinema", de Pernambuco

 

Considero mais que uma honra, uma verdadeira cumplicidade poder ter um dos meus filmes, ‘Novembrada’, integrando essa leva do catálogo da Programadora Brasil. Essa iniciativa da SAV promove muito mais que a simples difusão de obras do cinema brasileiro. É, acima de tudo, colocar em prática a tão almejada inclusão cultural de milhares de brasileiros que antes não tinham a menor possibilidade de acesso ao imaginário nacional contido em nossos filmes de ficção e documentários. Por tudo isso, vida longa à Programadora Brasil.

- Eduardo Paredes, diretor do curta de ficção "Novembrada", de Santa Catarina
 


           
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