Julho marca importantes datas comemorativas. Programar a exibição de filmes é uma excelente forma de comemorar estes dias. Por isso, a Programadora Brasil criou para os seus associados sugestões de programas e filmes. Confira:
Dia do Hospital, 02
O hospital que, para uns é o lugar de trabalho e para outros é o local de cura, sempre rende boas histórias, por isso, é um ambiente frequentemente explorado pelo cinema. Veja abaixo algumas sugestões de programação:
Programa 86, o filme “Netto Perde Sua Alma”, de Beto Sousa e Tabajara Ruas, traz Antônio de Souza Netto, um general brasileiro que, ferido em plena Guerra do Paraguai, está se recuperando no Hospital Militar de Corrientes, na Argentina. Lá ele percebe que coisas estranhas estão ocorrendo ao seu redor. Ouve o capitão de Los Santos acusar o cirurgião de ter amputado suas pernas sem necessidade e reencontra um antigo camarada, o sargento Caldeira, ex-escravo com quem lutou na Guerra dos Farrapos, ocorrida algumas décadas antes. Juntamente com Caldeira, Netto rememora suas participações na guerra e ainda o encontro com Milonga, jovem escravo que se alistara no Corpo de Lanceiros Negros, além do período em que viveu exilado no Uruguai.
A animação “Terminal”, de Leonardo Cadaval, faz parte do
programa 137. Trata-se de um fantasma que está aguardando a morte de seu antigo corpo, que está em coma num hospital. Durante esse tempo ele revê, em flashbacks, sua relação com a morte desde a infância.
Dia da Independência da Bahia, 02
A Bahia, berço da Nação e terra de intensa miscigenação cultural, racial e religiosa, tem histórias e inspira ficções retratadas pelo cinema. Veja abaixo algumas sugestões:
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programa 141 “Caleidoscópio das artes”, traz o curta “O capeta Carybé”, de Agnaldo Siri Azevedo. O filme revela a enorme integração da vida e da obra de Carybé com a cidade de Salvador e o que a Bahia tem em sua essência, bem registrados em seus quadros e murais. A trajetória e a vida do artista plástico desde que se fixou na capital baiana em 1938, a partir do texto homônimo de Jorge Amado.
Dia Mundial da População, 11
O cinema é um veículo para mostrar como surgiram pequenas populações e como grandes populações transformam uma sociedade. Veja abaixo algumas sugestões de programação:
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programa 54 “Clássicos e Modernos” traz o documentário “Aruanda”, de Linduarte Noronha. O filme conta a história de um quilombo, formado em meados do século XIX, por escravos libertos no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguração de Brasília, mostra uma pequena população, isolada das instituições do país, presa a um ciclo econômico trágico e sem perspectivas, variando do plantio de algodão à cerâmica primitiva. O curta é considerado um dos precursores do Cinema Novo.
O filme “Lurdinha, a vendedora de ilusões”, de Cesar Cavalcanti, integra o
programa 142 “A cidade e seus personagens”. Este documentário de 26 minutos se passa em Ilha de Santa Catarina, Florianópolis. Lurdinha, uma mulher de aproximadamente 40 anos, vestida elegantemente, vende bilhetes de loteria no centro da cidade. Uma abordagem poética conduzida pelos relatos do cotidiano de Bernardo Soares, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, sobre a importância de personagens que poderiam ficar no anonimato, mas que se tornam um elo entre a vida privada e coletiva da população urbana.
O curta “Padre Cícero”, de Geraldo Sarno, é apresentado no
programa 70. Este documentário traz a história de Pe. Cícero, como era visto na década de 70, antigo líder religioso, ligado à formação social, política e econômica do Vale do Cariri - pela população local e pela multidão de romeiros que ali acorrem para render-lhe homenagem. Com aproveitamento de material cinematográfico da época (1925) em que o Padre recebe visita das mais altas autoridades do Estado,em companhia de seu protegido o deputado Federal Floro Bartolomeu, para inaugurar sua própria estátua em praça pública , o filme mostra o uso que se fez da imagem do velho patriarca bondoso, pai dos pobres e protetor dos desvalidos. E como os anseios de sua população de romeiros estão cristalizados em ritos de veneração a essa imagem.
Dia do Cantor, 13
Quem canta, seus males espanta. Por meio da música, uma das principais manifestações culturais brasileiras, documentários biográficos ou obras de ficção contam histórias de intérpretes. Abaixo algumas sugestões:
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programa 4 traz “O Homem da Mata”, de Antonio Luiz Carrilho. Na fronteira entre o documentário e a ficção, o filme faz um resgate de José Borba, ator, canavieiro, cantor, compositor, pai-de-santo, artista da cultura popular, que interprete Jack, o vingador justiceiro, protetor dos canavieiros.
O filme “Bete Balanço”, de Lael Rodrigues, faz parte do
programa 6. O longa-metragem fala de Bete que é uma garota de Governador Valadares, recém aprovada no vestibular e cantora eventual do bar da cidade. Liberada na relação sexual com o namorado, curte teatro e sonha com um espaço maior para o seu prazer, na batalha do trabalho e da vida. A música atrai Bete para o Rio de Janeiro, pouco antes de completar 18 anos. Tudo o que experimenta, então, é uma inevitável sucessão de coisas boas e más.
Programa 18, “O Catedrático do Samba”, de Alessandro Gamo e Noel Carvalho, traz o perfil do cantor e compositor paulistano Germano Mathias, traçado em estilo solto e malandro como o do sambista.
O documentário “Tom Zé, ou quem irá colocar uma dinamite na cabeça do século?”, de Carla Gallo, faz parte do
programa 78 “Sonoridades Inovadoras”. Trata-se de um retrato estético do cantor e compositor Tom Zé.
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programa 153 “Samba e bossa-nova: música do Brasil” traz o documentário “Martinho da Vila Paris 1977”, de Ari Candido Fernandes e o curta “Carioca, suburbano, mulato, malandro - João Nogueira”, de Jom Tob Azulay. O primeiro registra a passagem do cantor e compositor carioca Martinho da Vila por Paris, em 1977, durante uma turnê de apresentações. Depoimentos espontâneos, gravações em estúdio de TV, apresentações no clube musical Campagne Première, conversas com amigos e passeios por pontos turísticos da Cidade Luz. E o segundo é um documentário sobre João Nogueira, cantor e compositor popular do Rio de Janeiro.
Programa 125 “Onde estás felicidade?”, de Mesquitinha. Esse longa, conta a estória da cantora Noelma, que mal aconselhada por uma amiga da alta roda (que lhe cobiça o marido) e pelo pai desmiolado (sempre preocupado em preparar coquetéis), força o seu marido a abandonar a vida de subúrbio para o “vidão” rumoroso de Copacabana. Adaptação da peça homônima de Luiz Iglezias.
Dia do Comerciante, 16
O comércio está no dia-a-dia de todos. E, pelas situações que gera, costumeiramente é retratado nos filmes. Para este dia, veja algumas sugestões abaixo:
Programa 67, “Coronel Delmiro Gouveia” de Geraldo Sarno. Em fins do século XIX, Delmiro Gouveia, rico comerciante e exportador do Recife, sofre perseguições políticas. Seu estilo arrojado e aventureiro lança contra ele muitos inimigos, inclusive o governador do Estado. Falido e perseguido pela polícia do Governador, Delmiro refugia-se no sertão e recomeça sua atividade de exportador de couros. Monta uma fábrica de linhas de costura, aproveitando a energia elétrica da usina que constrói na Cachoeira de Paulo Afonso e o algodão herbáceo nativo na região. Os ingleses da Machine Cottons, ex-senhores absolutos do mercado, enviam emissários para negociar a situação criada. Delmiro nega-se a vender ou associar-se. É assassinado em 10 de outubro de 1917. Em 1929, a fábrica é adquirida pelos ingleses, destruída e lançada nas águas da Cachoeira de Paulo Afonso.
Dia Nacional do Futebol, 19
Futebol é paixão nacional! Documentários e ficções abordam o tema. Veja abaixo algumas sugestões:
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programa 23 “Bola na Tela”, traz os filmes “Comprometendo a Atuação” de Bruno Bini, “Izune” de Frederico Cardoso, “Os Fiéis” de Danilo Solferini e “Perigo Negro” de Rogério Sganzerla. O futebol não é um assunto muito representado no cinema de longa-metragem brasileiro. Mas na cinematografia de curta-metragem há vários exemplos de bons filmes que abordam o universo do futebol. O conjunto de filmes da seleção de curtas “Bola na Tela” mostra o ponto de vista dos jogadores, dos cartolas e dos torcedores.
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programa 147 “Futebol, paixão nacional”, apresenta os filmes “Barbosa” de Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado, “Gaviões” de André Klotzel, “Loucos de futebol” de Halder Gomes, “Mauro Shampoo - jogador, cabeleireiro e homem” de Leonardo Cunha Lima e Paulo Henrique Fontenelle, “O Mundo Segundo Silvio Luiz” de André Francioli e “Rádio Gogó” de José Araripe. Neste programa de curtas-metragens, o binômio futebol e cinema é considerado estratégico para a construção de um sentimento de nacionalidade brasileira. Os seis filmes não só focam o futebol como demonstram a enorme contribuição oferecida pelo esporte nacional para a história social, política e econômica do país. Embora diferenciados em seus formatos e linguagens – uns são genuinamente documentários, outros ficcionais – todos tratam de uma questão crucial para o pensamento filosófico popular brasileiro: o futebol é o ópio do povo? Além disso, os filmes apontam para questões exóticas, idiossincráticas e epifenomenais produzidas pelo futebol, pela ótica de quem constrói o cinema brasileiro e tem amor pela pelota.
Os filmes “Boleiros, era uma vez o futebol” de Ugo Giorgetti e “Uma história de futebol” de Paulo Machline fazem parte do
programa 108. Uma seleção que não marca apenas um gol, mas faz uma goleada... Assim é a escolha dos filmes escalados para este programa sobre uma das paixões nacionais: o futebol. Boleiros, era uma vez o futebol já nasceu clássico. Basta conferir o elenco. O “técnico” Ugo Giorgetti não quer saber de retranca e bota o time todo no ataque. O longa-metragem trata de “causos” saborosos, fruto das memórias de gente que nasce e vive do esporte. Mas nem todas as narrativas são felizes nesta obra de forte apelo popular. Afinal de contas, racismo, trambiques, amores, fracassos e ilusões fazem parte de todos os tipos de enredo – e o futebol, é claro, não é exceção. Já o curta-metragem Uma história de futebol, de Paulo Machline, é uma ficção sobre as lembranças de um garoto que jogou um dia com aquele que seria, pouco tempo depois, o rei Pelé.
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programa 102 “Olhares femininos” apresenta o filme “Cartão vermelho” de Laís Bodanzky. Cartão Vermelho revela o mundo de Fernanda, uma adolescente que joga futebol com os meninos – no momento em que é surpreendida pelos desejos de mulher.
“O corintiano” de Milton Amaral faz parte do
programa 113. O filme narra a paixão do brasileiro pelo futebol e a rivalidade histórica entre Corinthians e Palmeiras. Aqui Mazzaropi é ‘Seu’ Manuel, barbeiro fanático pelo Corinthians, capaz de loucuras: andar com um burro preto-e-branco, bater boca com torcedores de times rivais, fazer promessas malucas, orações, sofrer e xingar na arquibancada.
Dia do Amigo e Internacional da Amizade, 20
A amizade pode romper muitas fronteiras e vencer muitas dificuldades. Aproveite a data para programar histórias retratadas pelo cinema. Veja a seguir algumas sugestões:
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programa 64 traz o filme “Cinema, Aspirinas e Urubus” de Marcelo Gomes. Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da Guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que já haviam conhecido o cinema, para vender um remédio “milagroso”. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.
O filme “Alma Corsária” de Carlos Reichenbach faz parte do
programa 1. Através da amizade de dois poetas, que lançam um livro a quatro mãos, o filme faz um inventário de três décadas da história brasileira.
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programa 69 apresenta o longa “Os matadores” de Beto Brant. Em um bar na divisa Brasil-Paraguai, um homem está para ser eliminado. Enquanto esperam o defunto encomendado, dois matadores, Toninho e Alfredão revelam uma história em que é difícil encontrar culpados e inocentes. Presente e passado se misturam em torno da morte de Múcio, o pistoleiro mais competente da região, mostrando que matar ou morrer é uma fronteira fácil de se atravessar. Um chefe, uma bela mulher, um serviço a ser feito. O filme testa os limites da amizade, do medo e da traição. Quem traiu?
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programa 76 “Núcleo de Animação do CTAv”, apresenta a animação “O Músico e o cavalo” de Telmo Carvalho. Este filme mostra, através do encontro entre um sanfoneiro de rua e um cavalo amestrado de circo, ambos vítimas de situações adversas e difíceis, a amizade e a solidariedade.
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programa 95 “Curtas Infantis 4 - Animações Infanto-Juvenis” traz a animação “Leonel Pé-de-Vento” de Jair Giacomini. Leonel nasceu pé-de-vento e por isso vive isolado. Quando Mariana se aproxima dele, os dois descobrem a importância da amizade e da convivência com as diferenças.
O curta “Mãos de vento e olhos de dentro” de Susanna Lira está na grade do
programa 145 “Curtas infantis 3”. Lia, uma menina cega, e Tico, um menino solitário e cheio de imaginação, são amigos e adoram brincar de ver desenho em nuvem. Juntos iniciam uma jornada de aventura com muita diversão pelo mundo infantil da fantasia.
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programa 135 “Animações para a primeira infância 2” apresenta o filme “O vento” de Pedro Pazelli. Por causa do vento, uma menina perde seu chapéu, um menino sua pipa e uma idosa seu xale. No reencontro com seus objetos, surge uma boa amizade.
Dia do Escritor, 25
Escrever é uma arte retratada em diversos filmes. Veja algumas sugestões:
O curta “Clandestina Felicidade” de Beto Normal e Marcelo Gomes está no
programa 98. A infância da escritora Clarice Lispector: seu amor pelos animais e sua paixão pelos livros. O filme reúne alguns contos/crônicas de quando criança na cidade do Recife (nordeste do Brasil) na década de 20. Olhar curioso, perplexo, e descoberta do mundo na menina Clarice.
Programa 68, “Janela da alma” de João Jardim e Walter Carvalho. A partir da ansiedade daqueles que “pouco” enxergam, o documentário faz um ensaio poético e bem humorado sobre o que é olhar. Depoimentos como o do escritor José Saramago, do músico Hermeto Pascoal , do cineasta Wim Wenders e do fotógrafo cego Bavcar ilustram a dificuldade de ver as coisas como elas são.
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programa 42 apresenta “Cronicamente Inviável” de Sergio Bianchi. Percorrendo diversas regiões do país, um escritor vivencia a crueldade e a hipocrisia das relações sociais, econômicas e sexuais no Brasil contemporâneo.
Dia do Motorista, 25
Veja as sugestões de histórias contadas pelo cinema onde o profissional do volante assume papel de destaque:
Programa 52, “Sargento Getúlio” de Hermano Penna. Adaptação cinematográfica do clássico homônimo de João Ubaldo Ribeiro. O filme narra, em tom épico, a viagem realizada pelo sargento Getúlio e o motorista Amaro no cumprimento da missão de transportar um preso político de Paulo Afonso (BA) até Aracaju (SE). Durante a viagem, a situação política se altera e o sargento recebe ordens de soltar o preso. Desconfiado, ele insiste em prosseguir, o que o transforma em inimigo da ordem. Perseguido e sentindo- se traído, Getúlio vê no cumprimento da missão a única razão de sua existência. Lutando contra tudo e todos, ele continua até avistar Aracaju da Barra dos Coqueiros.
O
programa 115 apresenta o curta “Passageiros” de Carlos Gerbase. Um assaltante típico. Um típico motorista de táxi. Um trajeto típico pela noite de Porto Alegre, da estação rodoviária até uma rua deserta. Mas, na hora do assalto, o motorista não reage como deveria. Enquanto isso, na TV, o ministro da Justiça discursa contra a violência.
Programa 120, “Iracema, uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. Em contraste com a propaganda oficial da ditadura, uma câmera sensível flagra os problemas que a rodovia Transamazônica traria para a região: desmatamento, queimadas, trabalho escravo, prostituição infantil. Alternando documentário e ficção, o filme narra a história da jovem Iracema e do motorista Tião Brasil Grande, emblemática da realidade brasileira.
Dia da Vovó, 26
Avó é mãe duas vezes, elas são cheias de lembranças e histórias que muitas vezes rendem um bom filme. Seguem as sugestões:
Os curtas “No passo da véia” de Jane Malaquias e “A partida” de Sandra Ribeiro fazem parte do
programa 149 “Maioridade”. O primeiro é sobre uma velha que vai andando da aldeia de pescadores onde mora até a cidade mais próxima para vender uma galinha e comprar um presente de aniversário para o seu neto. E o segundo, conta a estória de um velho ilhado na cidade grande que vê o mundo da janela de seu apartamento. Viajando na lembrança, volta ao interior de Pernambuco quando, ainda jovem, sonhava em partir. Para isso, era preciso romper com a avó, sua raiz nesse fim de mundo.
Dia do Agricultor, 28
O agricultor lida com a terra, sinônimo de propriedade, ideologia e identidade. Abaixo, algumas sugestões:
Programa 2, “A Canga” de Marcus Vilar. Num descampado, no meio de uma lavoura seca, um velho agricultor obriga os filhos a colocar, nos ombros, uma canga de boi. A esposa e a nora também são forçadas a ajudar no trabalho. Fora de si, o velho perde o controle da situação e a família reage provocando um desfecho inusitado.
“O Livro de Walachai” de Rejane Zilles está no
programa 98 “Curta Cada Página”. Em Walachai, uma pequena comunidade alemã no sul do Brasil, vive o professor e agricultor Benno Wendling. Ele escreveu à mão, a história do povoado em livro de caprichada caligrafia. O Livro de Walachai revela um Brasil muito diferente e desconhecido da maioria dos brasileiros.
Agora, é só programar as sessões! Lembre-se de registrar os agendamentos de sessões na área do associado (
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www.programadorabrasil.org.br/associado). As sessões programadas são divulgadas no site
www.programadorabrasil.org.br/exibicao. Esses dados são acompanhados continuamente e, a partir deles, é possível conhecer melhor a ação do seu ponto de exibição e formular novas dicas e idéias.
Além disso, ainda há a oportunidade de enviar fotos das ações audiovisuais realizadas com os títulos do catálogo da Programadora Brasil para o e-mail
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